segunda-feira, 17 de março de 2014

fracionada, porém inteira

Quando pensei em escrever este post sobre onde foram parar algumas coisas que produzi nos últimos tempos, achei que ele estaria recheado de egocentrismo escapando pelas bordas. Mas foi só organizar um pouco melhor as coisas para me dar conta de que, no fundo, é tudo sobre um honroso sentimento de estar rodeada de pessoas que eu amo e admiro.

Tudo começou quando entrei na caixa de entrada do e-mail e havia um não lido com assunto "Grandes artistas!". Animei-me. Pensei: "dica de livro, dica de exposição". Mas, quando abri, descobri que era só mais uma vez a Bete sendo a mais-linda-da-vida, e mandando foto do apartamento dela com as fotos minhas e da Vivi penduradas na parede. Para quem não sabe, a Bete foi minha chefe e é uma das minhas maiores referências como ser humano. No quadro de cima, estão fotos que eu e Vivi tiramos na Argentina e, no de baixo, uma foto do Carnaval de 2011.

Lilian, entre uma edição fotográfica, algum show massa e cozinhar os melhores cookies do Brasil, arranjou um tempo para organizar umas fotos no seu canto. A amiga aqui aparece em dois momentos: no canto esquerdo e no canto direito. Daí a gente dá uma olhadela pra cima e encontra os mestres da fotografia num livro gigante e mantém o foco na humildade, evidentemente.
Na primeira semana de janeiro (comassim já é março? é uma pergunta que eu tenho me feito bastante...), um texto da Stephanie sobre ballet fitness com fotografias minhas apareceu no Petiscos.


Ainda em janeiro, fui para Sorocaba dar uma mãozinha pra Camila na performance do Todos podem ser Frida, no Sesc da cidade. A experiência foi incrível, porque, além de conhecer Camila, ainda pude viver um pouco desse projeto dela (que começou de um jeito e foi se desdobrando em tantos!) e me fascinar com a facilidade que as pessoas comuns que ali chegavam assumiam um personagem, travestiam-se de Frida Kahlo (às vezes conhecendo-a, e às vezes muito pelo contrário) e se portavam como a pintora mexicana na frente das nossas lentes.

Escapulindo um pouco das imagens estáticas e indo para as várias imagens por segundo, ainda em 2013, saí com Lucas para fazer as fotos que ele usaria no encarte do documentário que estava produzindo. No caso, era trabalho de conclusão de curso dele e, não apenas o rapaz estava produzindo, como inclusive dirigindo, roteirizando, entrevistando os personagens, ficando horas em ônibus para entrevistar personagem, editando, gravando em DVD e fazendo o encarte.


Para vocês não acharem que eu babo ovo à toa para esses amigos todos, aí está o produto final que o Lucas apresentou para a banca. Um documentário de cerca de 45 minutos sobre uma certa mania retrô (a abertura e a trilha sonora merecem destaque à parte).



Pra terminar, uma projeção do futuro. Algumas meninas envolvidas na Revista Capitolina fizeram um vídeo para divulgação do projeto e eu sou uma delas (1m55 de altura e provavelmente 1m74 de ansiedade nesse momento). Pra quem nunca ouviu minha voz, pode descobrir clicando no play como ela é pouco tempo depois que eu acordo. Vem com a gente! :)

4 comentários:


  1. Que linda a foto da chuva!
    Tudo muito lindo e singelo, gostei do post, transmitiu saudades.
    beijos

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  2. quem manda ser uma grande artista :)
    teu trabalho é coisa linda de se ver!

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  3. como nao concordar com tudo isso? é uma artista e ponto final BARBARA, HAHAHAHAHAH com certeza quero ver teus passos de perto, vai ser liiindo ver tua trajetória como fotógrafa <3 e como Barbara Cactus Tree mesmo hehehehehe

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  4. Ei, Bárbara, que legal a ideia da revista. Mas só vai ter no Face:(?

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