quarta-feira, 5 de outubro de 2011

poema que fiz quando não queria fazer mais nada


7 comentários:

  1. Eu realmente não sei o que dizer.
    Já li LIVROS de poesia que não continham se quer UM poema como esse: tão doce, tão profundo e ao mesmo tempo tão sutil (e no qual eu me identificasse tanto).

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  2. Lindo Babi. Sou sua fã.


    Camila Faria

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  3. Oi. Te conheço do flickr apenas. Passando por lá, achei esse blog bonito e rico de palavras bonitas. Fiz questão de comentar para deixar minha alegria exposta através desse comentário.
    Parabéns "Babileta"!
    Ótima semana pra você!

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  4. Você é talentosa demais, fico besta!
    <3

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  5. é duro quando a expectativa da "primeira vez" acaba com a execução da própria. a expectativa costuma ser mais bonita que a realidade. os novos parecem que vão se escasseando, mas é ilusão, o mundo é infinito, o tempo não. mas ainda dá tempo para muitas outras primeiras vezes. você pode estar cansada do que já conhece, mas se prepare que mais coisas virão para você retomar o fôlego e haja fôlego pro infinito.

    Só o infinito é pleno, de resto temos uma vida vazia cheia de espaços pra serem completados, é daí que vem o nosso fôlego, dos nossos vazios.

    bela reflexão, babi. um beijo.

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  6. do auto da indolência
    surge a reticência

    (o peito do pé de pedro
    é infinito

    disfarçado, avermelhado e vão:
    a se arrastar pelo chão)

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