domingo, 31 de janeiro de 2010

paço dos passos

Sala de tevê do albergue

No segundo dia em Curitiba, os meninos pediram para uma guria argentina me acordar, já que eu não estava ouvindo os chamados deles. Tomamos nosso café-da-manhã e arrumamo-nos para sair ainda de manhã cedo, por volta das 8h, para continuarmos nossos passeios.

Mural e ponto de táxi

Fomos a pé até o ponto do ônibus que nos deixaria na Ópera de Arame e de lá iríamos à Pedreira Paulo Leminski, logo ao lado. A Ópera de Arame é bonita, mas sem apresentação não tem muita graça. A Pedreira é um lugar estranho onde fazem shows e fiquei imaginando o que foram os shows do Tim Festival com aquele lago enorme dentro dela. Subimos ao palco onde o Iron Maiden se apresentou, para a emoção do Caio. Deitamo-nos ali e ficamos conversando nós dois, enquanto o Gui se divertia com as descobertas botânicas das moitas ao redor da clareira.

Parque Tanguá

Munidos com nossas pernas, caminhamos mais alguns metros até o Parque Tanguá, o qual achei maravilhoso! No começo, parecia uma pracinha de cidade do interior, bonitinho, mas não encantava. Demorou pouco para a minha sensação mudar e eu não parar de tirar fotos. Metemo-nos numa micro trilha frustrada, saímos dela e entramos num túnel subterrâneo que ligava duas pedreiras. No fundo, a passagem não era nada demais, mas vimos duas colméias enormes e com formatos engraçados.

Brincando com Arnaldo

Queríamos aproveitar a feirinha do Largo da Ordem, mas às 15h restavam poucas barracas. Um pouco decepcionados fomos para o ponto de ônibus novamente. O ônibus aos domingos em Curitiba custa R$ 1,00. (me seguro pra não fazer comentários sobre o valor da passagem em São Paulo). Pensamos em pegar outro ônibus pra Unilivre, mas o céu ficou escuro de repente e eu sugeri que fôssemos pro albergue e tentássemos sair à noite, pra ver um show na UFPR. No meio do caminho, entramos no Paço da Liberdade. O Paço é um SESC que fica no Centro Histórico. No último andar, vimos uma exposição do Arnaldo Antunes com suas rotineiras brincadeiras com as palavras. Tocáveis, brincáveis. No térreo, fomos ao café. Comemos brownies e o Caio bebeu soda italiana. O Gui começou seu diário de viagem, descansamos um pouco.

pós-brownie

No albergue desistimos do projeto do show, porque não tínhamos ingresso e sabíamos que era um show disputado. Conhecemos quatro chilenos que estavam de passagem rumo à Ilha do Mel e eles nos apresentaram a Piscola, uma bebida que eles defenderam como original do Chile, com pisco (destilado de uva) com Coca-cola. Depois do nosso jantar de miojo (ou, como eles chamaram, "três minutitos"), ficamos conversando com dois deles até tarde, em um portuñol divertido e instrutivo.

Depois disso, camas! E o último dia vem logo mais.

6 comentários:

  1. babi, a foto do mural + ponto de taxi é linda (:

    quero conhecer curitiba também, meu namorado é de lá então acho que mais dia menos dia acabo dando uma passada lá hahah.

    planejo fazer um mochilão assim que possível também (: só juntando o dinheiro!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. por alguma razão inexplicável, esse post me deixou com saudades dos meus amigos.

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